Harmonizando Alimentos com Vinho

Para harmonizar um bom vinho com sua pizza predileta precisamos ter em mente os ingredientes do prato para conseguirmos harmonizar sem problema. A base das pizzas é queijo e molho de tomate, então é necessário escolher vinhos com acidez elevada para quebrar a gordura do queijo e frutados pra não deixarem que a acidez do tomate se sobressaia. Os brancos são excelentes opções, já para os tintos, não opte pelos encorpados e alcóolicos, pois deixarão tudo muito pesado, o ideal é harmonizar com vinhos jovens, refrescantes e de corpo mais leve. Com vinhos de maior acidez, até sua digestão será beneficiada, principalmente se a pizza for a noite.

O conceito básico para se fazer a harmonização é o bom senso, para haver equilíbrio entre o vinho e a comida. Dessa forma, cada termo da equação deve se equilibrar com o outro, de tal forma que o vinho não sobrepuje o prato, e vice-versa. O molho influencia a escolha do tipo de vinho.

Algumas regras gerais buscando a harmonização por semelhança:
1 -Vinhos com aromas discretos > Comida pouco condimentada
2 -Vinhos com aromas potentes > Comida com boa presença aromática
3 -Vinhos jovens e frutados > Pratos simples e rústicos
4 -Vinhos de guarda evoluídos > Pratos refinados
5 -Vinhos leves > pratos com molhos magros
6 -Vinhos mais estruturados > Pratos com molhos suculentos

A cor do vinho deve ser semelhante à da comida. Um delicioso e aromático Gewürztraminer da Alsacia acompanha muito bem pratos da cozinha tailandesa; assim como um jovem e descomplicado Malbec acompanha muito bem um bom churrasco. Já um Osso Buco fica divino ao lado de um bom Barolo.

Carina Cooper, sommeliére da Vinícola Salton, dá duas dicas importantes: “Para a pizza de 4 queijos sugiro um Chardonnay com acidez boa, para poder enfrentar a gordura dos queijos e, para a pizza portuguesa, que leva muitos ingredientes – até mesmo ovos que são de difícil harmonização -, eu sugiro um Jerez Fino, bem seco, um dos poucos vinhos do mundo capazes de fazer frente aos ovos”, ensina Carina.

Harmonizando espumantes:

Espumante também é vinho, trata-se de um tipo de vinho feito com dupla fermentação, uma natural e uma segunda fermentação onde surge a perlage (as borbulhas). O champagne é o mais famoso e desejado vinho espumante.

Champagne: Título exclusivo dos espumantes fabricados na região de Champagne na França. Um bom champagne harmoniza muito bem com todos os tipos de queijo, canapés, foie gras. No entanto, a região de Champagne produz, em grande maioria, vinhos espumantes (brancos ou rosados) chamados simplesmente de champanhe, sem mais especificações. Eles são produzidos obrigatoriamente à base apenas das uvas chardonnay, pinot noir e pinot meunier.

Brut: Cai bem com entradas, saladas, grelhados leves e peixes. Acompanha aperitivos e frutos do mar e harmonizam perfeitamente com sushi e outros pratos à base de peixe cru.

Demi Sec: Harmoniza muito bem com sobremesas, doces e frutas. De acidez leve, combina perfeitamente com o sabor adocicado das sobremesas. Pode também combiná-lo com grelhados leves e peixes.

Prosseco: Combina com canapés, aperitivos, saladas, peixes e comida japonesa.

Harmonizando Vinhos Brancos:

O vinho branco é muito consumido no verão por ser um tipo de vinho servido em baixas temperaturas, o que refresca o paladar. Caem bem com comidas leves como carnes brancas, peixes e saladas.

Chadornnay: Combina perfeitamente com queijos suaves, queijos fortes, sanduíches, carne de porco. Também com carne de ovelha, massas com molhos encorpados, salmão, atum, mariscos e frutos do mar.

Pinot Gris: Harmoniza com queijos suaves, sanduíches, comida asiática, carne de porco, aves, massas com molhos suaves e frutos do mar.

Riesling: Muito utilizado em coquetéis, harmoniza perfeitamente com aperitivos, sanduíches, comida asiática. Também com churrasco, carne de porco, aves, atum, mariscos, frutos do mar e frutas e sobremesas.

Sauvignon Blanc: Ótimo com aperitivos, queijos suaves, comida asiática, carne de porco, aves, massas com molhos suaves, salmão e frutos do mar.

Harmonizando Vinho Rosé:

Se você procura um vinho refrescante, o rosado é o mais indicado. Também servido gelado é uma ótima pedida nos dias quentes. Combinam com aperitivos, queijos suaves, sanduíches, comida asiática, carne de porco, aves, massas com molhos suaves, saladas, salmão, atum, mariscos, frutos do mar, frutas e sobremesas.

Harmonizando Vinho Tinto:

O vinho tinto acompanha muito bem pratos suculentos como um Polpetone. Em dias frios é excelente para esquentar o corpo, além de ser o tipo de vinho mais consumido no mundo.

Pinot Noir: Harmoniza perfeitamente com queijos leves, carnes vermelhas magras, carne de porco, aves, carneiro, massas com molhos encorpados, atum, salmão e frutos do mar.

Cabernet Sauvignon: Combina muito bem com queijos fortes e carnes vermelhas, como a de cordeiro.

Beaujolais: Esse vinho é um coringa no mundo dos tintos, pois possui leveza e harmoniza com diversos pratos, entre eles: aperitivos, queijos leves, sanduíches, carnes vermelhas, carne de porco, comida asiática, massas leves, aves, salmão, frutos do mar, frutas e sobremesas.

Malbec: Foi adotado como o vinho oficial do churrasco no Brasil. Perfeito com um bom corte de picanha. A suculência da carne empresta frescor ao vinho que, com sua potência ajuda a “quebrar” as fibras da carne. Um clássico.

Merlot: Reconhecido pelo seu sabor marcante, combina com todos os tipos de queijo, churrasco, ovelha. Perfeito para churrasco de carnes vermelhas como um bom entrecôte ou um bife ancho, massas com molhos encorpados e aves.

Tipos de Decanters

Existem basicamente duas razões para se decantar um vinho; para separar o liquido de seus sedimentos (decantação) em vinhos não filtrados, como na grande maioria dos vinhos de longa guarda, e para “amaciar” os vinhos mais jovens e de média guarda e nesse caso o termo correto a ser aplicado é aeração, mesmo que isso seja feito num decanter. Há 20 ou 30 anos atrás, os vinhos ficavam envelhecendo em garrafa, por três, quatro ou mais anos, nas adegas do produtor antes de serem colocados no mercado, chegando ao consumidor mais amistosos e prontos a beber.

Normalmente feito de vidro ou cristal (materiais neutros que não comprometem a qualidade do vinho), o decanter não varia muito de forma: uma base espaçosa que proporciona o maior contato do vinho com o oxigênio, seguido de um pescoço longo e uma entrada média.

Podem-se encontrar alguns modelos mais trabalhados e detalhados que outros, mas apenas como função decorativa. Existe, por exemplo, um decanter chamado bico de cisne, por causa do seu formato. Outros têm as bases mais longas, ou o pescoço mais verticalizados, mas as finalidades serão sempre as mesmas.

5 tipos de decanters:

– Padrão

– Cornetto

– Cisne

– Pato

– Areador

Massas Italianas

As massas italianas, como o espaguete e o macarrão, são ingredientes culinários feitos com base de farinha, geralmente de trigo, a que se dá várias formas que depois são cozidas em água e servidas com diferentes molhos.

As formas de massas alimentícias vão desde lâminas para lasanha, a canudos como o macarrão, fios de diferentes espessuras, como o spaghetti ou a aletria, ou ainda pequenas figuras como letras, pevides, conchas, espirais e muitas outras. Para fazê-las, a massa pode ser aberta com um rolo da massa até ficar da espessura desejada e depois cortada de várias formas; as formas cilíndricas são geralmente feitas numa máquina. Depois de preparada, a massa pode ser imediatamente cozida – a massa fresca – ou seca num forno pouco quente, para lhe retirar a maior parte da água, sem modificar o amido – esta massa seca pode ser guardada sem se estragar durante vários meses.

Para além da massa básica, composta apenas de farinha, água e sal, elas podem também ser coradas, quer com corantes artificiais, quer adicionando à massa básica puré de espinafre ou de cenoura, podem ser enriquecidas com ovo e podem ainda ser recheadas, como nos raviolis.

Por muito tempo se discutiu sobre que povo teria inventado o spaghetti e as massas em geral: os chineses, os árabes ou os italianos. A origem até recentemente admitida era aquela da origem árabe, na forma do spaghetti seco, a chamada Itrjia que entrou na Europa quando do domínio árabe na Sicília no século IX. Aí essa massa foi sendo mais elaborada desde sua chegada a Trabia, próxima a Palermo. A Sicília ficou sendo a “pátria” dessa iguaria até ser substituída por Nápoles já no século XVIII.

Outra teoria sobre a chegada na Itália do spaghetti atribui essa feito a Marco Polo que teria trazido essa novidade na volta de sua viagem à China entre 1271 e 1295. Hoje, sabe-se que já havia registros de spaghetti e maccheroni na península anteriores a essa data.

Embora os mais antigos registros escritos em chinês acerca do spaghetti datassem dos anos 25 a 220 DC, durante a Dinastia Han “Oriental”, essa massa alimentícia era bem mais antiga. Os árabes teriam sido apenas o veículo da entrada na Europa dessa invenção chinesa. Na Itália, foram encontrados sinais deste tipo de alimento em frescos etruscos do século IV a.C. e nas ruínas de Pompeia, juntamente com outros objetos chineses, demonstrando que a rota da seda tinha sido estabelecida pelo menos no século I a.C..

A forma mais simples de servir as massas é cozida em água e servidas com diferentes molhos, como o molho de tomate ou o pesto, ou como prato principal, em que o molho pode conter carne, peixe ou mariscos, ou ainda vários tipos de vegetais. O hábito italiano de polvilhar o prato de massa com queijo ralado tornou-se também uma moda quase universal. Outra forma simples de servir as massas, principalmente as de pequeno tamanho, é nas sopas. A massa guisada, em que a massa é cozida dentro do molho, é também uma forma usual de preparar este tipo de alimento. O macaroni and cheese, muito apreciado nos Estados Unidos, é uma forma diferente de preparar a massa, que é cozinhada numa mistura de leite e queijo fundido, normalmente a do tipo denominado cotovelo, ou seja, um pequeno canudo curvo. Existem ainda os pratos de massa assados no forno, como a lasanha e os canelones ou na forma de empadão. Finalmente, as massas podem ainda fazer parte da sobremesa, ou seja, cozinhadas com leite e açúcar, como a aletria.

As massas preparadas na Itália podem ser classificadas, de acordo com a forma, nas seguintes categorias:

Massas longas:
-seção redonda: como spaghetti e vermicelli
-seção perfurada: como bucatini e ziti
-seção retangular: como trenette e linguine
-seções largas: como lasanha e reginette
Massas com forma de ninho ou bobina:
-de grande espessura: como pappardelle
-de espessura reduzida: como capellini, tagliolini e fettuccine
Massas curtas:
-maiores: como rigatoni, sedani, fusilli, penne, tortiglioni, farfalle e garganelli
-menores: como pipe, conchiglie, ditali e orecchiette
-massas pequenas (específicas para uso em sopas): como quadrucci, stelline e ditalini
Massas recheadas: como tortellini, ravioli, agnolotti e canelone

Os Benefícios dos Cogumelos

Shitake, shimeji, champignon, cogumelo-do-sol, diferente do que muita gente pensa os cogumelos não são plantas e sim fungos com grande valor nutricional. Suas principais propriedades são a presença mínima de gordura, sódio e colesterol. O que ajuda no tratamento e prevenção de doenças como o câncer, diabetes, anemia, entre outras. Entenda como estes e outros tipos podem te ajudar.

Existem cerca de 4,5 mil espécies de cogumelos comestíveis no mundo. Entre os mais conhecidos estão:

Shiitake: apresenta coloração escura e píleo (aquele “chapeuzinho”) largo. Bom para saladas, massas, molhos e risotos.

Shimeji: nas cores preto e branco, tem um píleo menor. Delicioso quando grelhado e como acompanhamento de carnes.

Funghi: de origem italiana, esse tipo é bastante utilizado em massas, risotos e molhos. O termo significa cogumelo em português e é popularmente conhecido como funghi secchi ou cogumelo seco.

Champignon de Paris: o tipo mais consumido no mundo é também o mais popular no Brasil. Pode ser ingerido fresco ou em conserva. Apresenta coloração branca e fica perfeito em estrogonofes e saladas.

Portobello: de cor parda, tem textura mais rígida que o champignon e aroma levemente pronunciado. Bom consumido fresco e com o chapéu aberto em massas.

1. Prevenir câncer

Depois de descobrirem que em países como China e Japão, grandes consumidores desses alimentos, o índice dessa doença era bem menor comparado ao resto do mundo, cientistas decidiram investigar a relação entre a ingestão de cogumelos e a menor presença de tumores. “Foi constatado que esses vegetais não só têm um efeito na prevenção como auxiliam no tratamento contra o câncer, reduzindo os efeitos colaterais da quimioterapia”, conta a bióloga Sascha Habu, professora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Estudos preliminares apontam a relação entre o cogumelo e o tratamento do câncer, isto porque o alimento é rico em beta-glucanas, especialmente a lentinana. “Essa substância estimula o sistema imunológico, especialmente células chamadas de natural killer que destroem as células cancerígenas”, explica o oncologista e mastologista Jorge Laerte Gennari.

2. Regula os níveis de colesterol

O cogumelo regula os níveis de colesterol, isso se deve a falta de gordura ou lipídeos. Podemos dizer assim que esse fungo é a chamada proteína magra o que provoca a queima de gordura. A fibra também diminui o nível de colesterol ruim, ajudando a aumentar o HDL ou colesterol bom.

3. Perder peso

Se o seu objetivo é eliminar uns quilinhos, incluir shitake, shimeji e afins no cardápio é uma excelente pedida. É que, além de serem fontes de proteínas e fibras – importantes para dar saciedade -, os cogumelos apresentam baixo teor de lipídios e calorias. Para ter ideia, em 100 gramas do alimento há menos de 1 grama de gordura e não mais do que 40 calorias.

4. Melhora o funcionamento do intestino

Graças às boas doses de fibras, os fungos também são excelentes para quem sofre com a prisão de ventre, já que essas substâncias melhoram o funcionamento intestinal.

5. Aumentar a imunidade

Esse é um dos maiores méritos dos cogumelos e o crédito vai para as chamadas fibras betaglucanas. Elas estimulam linfócitos T – principais células de defesa do nosso corpo – a produzirem citocinas, moléculas que deixam o sistema imune pronto para qualquer ataque. Com isso, bactérias, vírus e até tumores têm mais dificuldade de se instalar.

6. Combate a anemia

O cogumelo contém ferro o que irá combater a anemia. Note que anemia é uma condição que afeta grande parte da população, basicamente isso se deve a falta de ferro no sangue. Por isso, surgem manchas no rosto fadiga e dores de cabeça.

É interessante que o cogumelo pode provocar a absorção de 90% do valor nutritivo do ferro no organismo, o que aumenta a produção das células vermelhas no sangue.

7. Resguardar o coração

Segundo o Mushrooms and Health 2014: Clinical and Nutritional Studies in Humans, relatório da agência de pesquisa científica australiana CSIRO, estudos recentes feitos com animais mostram que o consumo de cogumelos está associado a uma redução do colesterol, afastando encrencas como infarto e derrame. Sabe-se que a betaglucana contribui para a saúde do coração ao se unir às moléculas de gordura que ameaçam o peito, eliminando-as pelas fezes.

8. Garantir boas doses de vitamina D

Algumas espécies, como o shimeji, possuem ergosterol, um precursor dessa vitamina. Mas, para que o corpo tire proveito dos benefícios que o nutriente oferece aos ossos, ao sistema cardiovascular e até à imunidade, não basta se entupir de cogumelos – é preciso tomar sol. “A radiação ultravioleta provoca alterações moleculares que transformam a substância em vitamina D de fato”, explica Ramon Kaneno, professor de imunologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual de São Paulo, em Botucatu, no interior paulista.

9. Fortalece os ossos

Para ajudar na saúde dos ossos, o cálcio é essencial e adivinhem o cogumelo é uma grande fonte desse mineral. Basicamente, comer pequenas porções de cogumelo por dia supre a quantidade necessária de cálcio que o corpo precisa. Futuramente as chances de adquirir osteoporose ou degeneração óssea serão mínimas.

10. Cogumelos não contém glúten

Diante dessa revolução na alimentação, onde todo mundo quer ser fitness, a procura por alimentos sem glúten se tornou grande. A boa notícia é que os cogumelos são totalmente desprovidos de glúten. É claro que essa característica também faz a alegria dos intolerantes ao glúten que geralmente não tem muitas opções de alimentos.

Os Benefícios do Trigo

blog_beneficiostrigoO trigo (Triticum spp.) é uma gramínea cultivada em todo o mundo sendo a segunda maior cultura de cereais, a seguir o milho; a terceira é o arroz. O grão de trigo é um alimento básico usado para fazer farinha e, com esta, o pão, a pizza, na alimentação dos animais domésticos e como ingrediente na produção de cerveja.

Os benefícios do trigo são diversos, pois, possui grande quantidades de nutrientes essenciais para a saúde geral do corpo. Ele é altamente controverso, pois contém uma proteína chamada glúten, que pode desencadear uma resposta alérgica e prejudicial em indivíduos predispostos. No entanto, para as pessoas que toleram, o trigo de grão pode ser uma fonte rica de vários antioxidantes, vitaminas, minerais e fibras. O trigo é composto principalmente de carboidrato, mas também tem uma quantidade moderada de proteína.

A estrutura do grão do trigo é dividida em três partes: farelo, endosperma e gérmen. O farelo é a parte mais externa do grão. É rico em fibras, vitaminas do complexo B e magnésio e zinco. No endosperma encontra-se as grandes quantidades de carboidratos, que são a maior fonte de energia para o corpo. Já o gérmen conta com uma importante ação antioxidante por meio da vitamina E, que ajuda a combater os radicais livres. Essa parte do trigo ainda apresenta gorduras boas e vitaminas do complexo B.

Farinha de trigo refinado

O grão de trigo ao sofrer a moagem transforma-se em farinha. Nesse processo, o grão é submetida à pressão até tornar-se um pó bem fino, são retiradas as cascas e o gérmen. É recomendável sempre peneirar a farinha refinada armazenada, pois absorve umidade e acaba formando pelotas, o que tira a homogeneidade da massa, também ao peneirar areja a farinha e retira resíduos.

Farinha de trigo integral

É a mais recomenda pelos nutricionistas, o grão de trigo é todo transformado em farinha pelo processo de trituração dos grãos inteiros. É mais fina e escura e mais perecível que a refinada, portanto apresenta um prazo de validade menor. Tem mais fibras e nutrientes que estão ausentes na farinha refinada, esta farinha não deve ser peneirada.

É um alimento indicado para ser consumido no dia a dia, pois contribui para uma boa digestão e para a manutenção da boa forma, ajuda a espantar a insônia e a ansiedade, aumenta a capacidade de concentração e a disposição física, reduz o risco de doenças coronárias, mantêm a flora intestinal saudável, controla os níveis de colesterol, etc.

Vale recordar também que o trigo auxilia no controle da diabetes, pois os alimentos ricos em fibras e de baixo índice glicêmico ajudam a retardar a absorção da glicose. Valendo a pena incluí-lo em nosso cardápio, uma vez que várias receitas podem ser preparadas com trigo, como saladas, massas, pães, bolos e outros.trigo3

As formas de apresentação do trigo para consumo:

Trigo em grão

É rico em ácido glutâmico, um tipo de aminoácido. É muito utilizado na culinária árabe, como no quibe cru.
Após cozidos podem ser adicionados em saladas, sopas e outros pratos.

Farelo de trigo

É uma fonte 100% natural de fibras alimentares que atuam de forma benéfica em todo sistema gastrointestinal, promovendo saúde por onde passa. É rico em fibras, pode ser adicionado em sucos, vitaminas, iogurtes e saladas de frutas. Recomendam usar 1 colher de sopa por dia.

Germe de trigo, ou gérmen de trigo

É uma parte bem pequena da semente de trigo e o nome é relativo à germinação, pois é dessa parte que uma nova planta surgirá, esta é a parte germinativa da semente. Tem uma lista praticamente interminável de nutrientes, como as proteínas, ferro, sais minerais, vitaminas (vitamina E)…, que garantem benefícios à saúde, também a quem pratica atividades esportivas. Pode ser adicionado a saladas, sopas, vitaminas, sucos, iogurtes e utilizado para enriquecer massas de pães e bolos. Recomendam usar 4 a 5 colheres de sopa por dia.

Farinha de trigo integral

Tem valor calórico semelhante ao da farinha branca e apresenta mais vitaminas, proteínas e fibras. Podem ser preparadas massas, bolos, biscoitos e pães integrais.

Os Benefícios do Orégano

BlogoreganoO orégano ou orégão (Origanum vulgare), possui propriedades medicinais poderosas. Pode ser utilizado na forma desidratada, folhas frescas e também como óleo. O orégano seco é mais saboroso, mas a planta fresca e seu óleo concentram a maioria dos benefícios para a saúde. Tanto o orégano seco quanto as folhas frescas da erva possuem óleos voláteis com propriedades diuréticas, antibacterianas, expectorantes, antioxidantes, compostos fenólicos, lipídios e ácidos graxos, flavonóides e antocianinas.
De origem mediterrânea, o orégano é uma excelente fonte de vitaminas e minerais, além de compostos que permitem seu uso como planta medicinal. O chá de orégano que é bastante popular na Turquia, é utilizado no combate a distúrbios gastrointestinais e na redução dos níveis de colesterol e glicose no sangue. Para o preparo do chá fazer uma infusão de 5g de folhas secas de orégano por litro de água fervente, mantida abafada até esfriar, sendo depois coada. Tomar ao menos uma xícara de chá uma vez por dia.
O orégano é rico em:
– Polifenóis: de 60 a 80% do óleo de orégano é composto de carvacrol, enquanto outros 5% são formados pelo timol, dois polifenóis que conferem ao orégano características antissépticas, anti-inflamatórias e contribuem para a perda de peso.
– Terpeno, pineno, borneol, linalol e terpineno: óleos essenciais com propriedades antivirais, anti-inflamatórias, antissépticas e anestésicas.
– Vitaminas: A, C, K e complexo B.
– Minerais: zinco, magnésio, cálcio, ferro, manganês, cobre e potássio.
– Ômega 3.
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Conheça 10 benefícios dessa planta:
1. Auxilia a digestão;
2. É um excelente antibactericida e antifúngico;
3. Regula a menstruação, além de diminuir as dores causadas pelas cólicas;
4. Melhora a saúde do coração;
5. Previne a gripe;
6. É fonte de antioxidantes;
7. Previne o câncer;
8. Controla ataques de asma;
9. Melhora a saúde óssea;
10. Ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue.

A Arte de Servir

Servir é: prestar serviços, cumprir determinados deveres e funções, auxiliar, ajudar, satisfazer, pôr na mesa, oferecer, vender, ser útil, é importar-se com o bem estar do próximo. Disse Mahatma Gahndi: “Quem não vive para servir, não serve para viver”.
A excelência do serviço depende exclusivamente do profissional, que deve estar preocupado em melhor atender o cliente para que ele se satisfaça com o serviço. A importância é muito mais do que simplesmente colocar e retirar alimentos e bebidas das mesas. É principalmente receber os clientes de forma hospitaleira e prezar por um produto de qualidade, fazendo com que a experiência vivenciada seja a mais positiva possível, é fazer algo com amor, sem restrições, desde a tarefa mais simples como esfregar o chão, a uma negociação internacional. Servir é despir-se do seu ego, é baixar a guarda e ter a vontade de agradar o outro. foto
O atendimento é um diferencial e bem fazê-lo é atender o cliente como ele gostaria de ser atendido. Ter uma boa condição técnica aliada ao espírito de serviço presente em cada funcionário, conhecer os clientes, entender quais são suas reais necessidades e fazer de tudo para satisfazê-las é a verdadeira arte do serviço e combinada com o sorriso alivia tensões, facilita as relações e gera confiança.

Os Benefícios dos Queijos

A arte e ciência da fabricação do queijo é feita principalmente a partir do leite de vacas, cabras, ovelhas, búfalas e outros mamíferos, além de grãos como castanhas, quinoa, amêndoas, entre outros. Quando usado o leite, o processo começa com a coagulação, formando a chamada coalhada de leite. Este é o que separa o leite em coalhada do soro do leite. Ela é então processada, aqueFacebook_POST_OsBeneficiosdosQueijos_DonManoelicida, pressionada, salgada, drenada de qualquer soro de leite restante e cortada nas formas desejadas. O último passo é a cura ou maturação.

Alguns dos benefícios dos queijos incluem alívio da hipertensão e a osteoporose. Ele também ajuda na manutenção da saúde óssea e no ganho peso. Contêm muitos nutrientes, incluindo as vitaminas C, B-6, B-12, A, D, E e vitamina K. Outras vitaminas, tais como a tiamina, riboflavina, niacina, também são encontrados em diferentes tipos de queijo. Sua ingestão também proporciona determinados minerais essenciais tais como cálcio, sódio, zinco, fósforo, potássio e ferro para o organismo humano.

Queijo contém ácido linoleico conjugado e esfingolipídeos que ajudam a prevenir o câncer. Vitamina B auxilia a manter muitas funções do organismo e também para a proteção contra doenças como beribéri. Fortalece o fígado e facilita a absorção de nutrientes no corpo.

A maioria das proteínas do queijo pertence a família de proteínas do leite chamada caseína. Elas são de excelente qualidade, ricas em aminoácidos essenciais e altamente digerível. O teor de gordura é altamente variável e varia de 1% em queijo cottage à 34% no queijo cremoso. A gordura do queijo é altamente complexa, contendo centenas de ácidos gordos.

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O queijo é rico em gordura saturada, mas também oferece uma boa quantidade de gordura monoinsaturada. Contém uma família de gorduras trans ruminante ou gorduras trans láctea, que são consideradas benéficas à saúde quando consumidas com moderação. Nelas são abundantes o ácido vacênico e o ácido linoleico conjugado, que traz vários benefícios à saúde como ajudar na perda de peso. No entanto, grandes doses podem ter consequências metabólicas prejudiciais. O queijo contém triptofano, um aminoácido que também reduz o stress e a insônia.
A lactose, é o principal hidrato de carbono encontrado nos produtos lácteos. Uma condição conhecida como intolerância à lactose, desencadeia problemas como excesso de gases, diarreia e outros sintomas adversos. Alergia ao leite é uma condição rara, mais comum entre crianças do que em adultos. Quanto mais gordura e mais envelhecido é o queijo, menor é o teor de lactose. Queijos com menos de 2% de lactose costumam ser bem tolerados, porém devem ser consumidos com moderação. Queijos Feta e Pecorino são 0% lactose, pois ambos são produzidos a partir do leite de ovelha, que possui quantidades muito pequenas de lactose.

O queijo vegano, sem lactose, sem colesterol, sem nenhum derivado de origem animal e sem nenhum tipo de conservante ou corante artificial. Esses queijos podem ser feitos a partir da castanha de caju, mandioca, soja, quinoa, amêndoas dentre outros produtos que não derivem de origem animal.

Veja nesta lista porcentagens de lactose possíveis de serem encontradas em queijos com baixo teor (em caso de dúvida, verifique com o fabricante antes de consumir o produto):

Gorgonzola: 0,0 – 2,5%
Brie: 0,0 – 2,0%
Camembert: 0,0 – 1,8%
Cheddar: 0,0 – 2,1%
Edam: 0,0 – 1,4%
Gouda: 0,0 – 2,2%
Muenster: 0,0 – 1,1%
Parmesão: 0,0 – 3,2%
Provolone: 0,0 – 2,1%
Muçarela de búfala: 2%
Ricota: 3,6%

O alimento é tão interessante que a Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (ABIQ) recomenda que os adultos ingiram três porções de lácteos de 50 gramas cada por dia e que crianças consumam três porções de 30 gramas cada diariamente.

Contudo, alguns tipos de queijos possuem altas concentrações de gorduras saturadas, cujo excesso pode levar a doença cardio vascular que a longo prazo pode comprometer o coração, os rins e o cérebro, e sódio, que pode causar o aumento da pressão arterial. Portanto uma alimentação balanceada é importante. Seguem alguns tipos de queijos mais populares, seus benefícios e problemas nutricionais.

Muçarela: Ela possui alta concentração de vitamina B12, um nutriente importante porque participa como coenzima no metabolismo de ácidos graxos e aminoácidos. É imprescindível para a formação do sangue e a função neurológica normal. Além disso, 50 gramas do alimento contam com 25% das necessidades diárias de cálcio e 22% da quantidade recomendada por dia de proteínas, 15.6% de sódio e 29.6% do valor recomendado de gorduras saturadas por dia.
Nutrientes em 50 gramas de queijo muçarela:
-Calorias: 150 calorias
-Gorduras totais: 11g
-Gorduras saturadas: 6.56 g
-Gorduras monoinsaturadas: 3.2 g
-Gorduras poli-insaturadas: 0.38 g
-Proteína: 11 g
-Cálcio: 252mg
-Sódio: 313 mg
-Vitamina B12: 1.14 mcg
-Vitamina B 6: 0.0183 mg
-Vitamina A: 89 mcg
-Vitamina B2: 0.14 mg
-Fósforo: 177 mg

Parmesão: O parmesão é o queijo que possui a maior quantidade de cálcio e 50 g do alimento, conta com 59% da necessidade do nutriente em um dia. Ele ainda é o queijo que conta com a maior concentração de proteínas, 50 gramas do alimento possuem 35%, sódio são 33% e possui 37% da quantidade máxima de gorduras saturadas recomendadas por dia.
Nutrientes do parmesão em 50 gramas:
-Calorias: 196 calorias
-Gorduras totais: 13 g
-Gorduras saturadas: 8.2 g
-Gorduras monoinsaturadas: 3.75g
-Gorduras poli-insaturadas: 0.28 g
-Proteína: 17.9 g
-Cálcio: 592 mg
-Sódio: 688 mg
-Vitamina B12: 0.6 mcg
-Vitamina B 6: 0.04 mg
-Vitamina A: 103 mcg

Queijo de cabra: O queijo de cabra, é macio e possui a maior quantidade de vitamina A, que é fundamental para a visão. Esta vitamina também é importante para o desenvolvimento embrionário. Este queijo possui pouco cálcio, 50 gramas contam com somente 7% das necessidades diárias do nutriente e em 50 gramas conta com 33% de gorduras saturadas.
Nutrientes em 50 gramas de queijo de cabra:
-Calorias: 134 calorias
-Gorduras totais: 10.5 g
-Gorduras saturadas: 7.2 g
-Gorduras monoinsaturadas: 2.4 g
-Gorduras poli-insaturadas: 0.25 g
-Proteína: 9.26 g
-Cálcio: 70 mg
-Sódio: 229 mg
-Vitamina B12: 0.096 mcg
-Vitamina B2: 0,16 mg
-Vitamina B 6: 0.125 mg
-Vitamina A: 144 mcg
-Fósforo: 248 mg

Provolone: Este queijo conta com boas quantidades de nutrientes como 37% das necessidades diárias de cálcio. A mesma quantidade de provolone ainda conta com 19% das necessidades diárias de vitamina A e 30% de vitamina B12. O provolone é o queijo mais calórico, ele é rico em gorduras saturadas, 50 gramas do alimento contam com 37% da quantidade recomendada de gordura saturada e 22% do sódio.
Nutrientes presentes em 50 gramas de queijo provolone:
-Calorias: 204 calorias
-Gorduras totais: 13.1 g
-Gorduras saturadas: 8 g
-Gorduras monoinsaturadas: 3.6 g
-Gorduras poli-insaturadas: 0.5 g
-Proteína: 12.79 g
-Cálcio: 378 mg
-Sódio: 438 mg
-Vitamina B12: 0.73 mcg
-Vitamina B 6: 0.036 mg
-Vitamina A: 117 mcg

Gorgonzola: O gorgonzola é uma variedade de queijo azul fabricado com leite de vaca, originário da localidade de Gorgonzola, nos arredores de Milão, na Itália. Neste queijo, assim como em todos os queijos azuis, no processo de maturação, são injetados fungos, que fazem com que tenha veias verde-azuladas e que lhe dão um sabor especial. Uma porção de 50 gramas do queijo conta com 60% da necessidade diária de proteínas e 30% do valor máximo de gorduras saturadas recomendadas. É rico em vitaminas A, B1, B2, B6, B7, B8, B9, B10, B12, PP.
Nutrientes presentes em 50 gramas de gorgonzola: 
-Calorias: 158 calorias
-Cálcio: 241 mg
-Proteínas: 10 g
-Gorduras totais: 13 g
-Gorduras saturadas: 6.6 g

Muçarela de búfala: Comparada com outros queijos a muçarela de búfala possui em 50 gramas somente 13% das necessidades diárias de cálcio, possui menos gorduras saturadas, 30% do valor máximo de gorduras saturadas recomendadas ao dia e mais proteínas do que a muçarela comum.
Nutrientes presentes em 50 gramas de muçarela de búfala:
-Calorias: 150 calorias
-Cálcio: 133 mg
-Proteínas: 10 g
-Gorduras totais: 11.6 g
-Gorduras saturadas: 6.6 g

Requeijão: O requeijão não possui tanto cálcio e proteínas quanto outros tipos de queijo. Nas 50 gramas do alimento possuem somente 12.6% das necessidades diária de cálcio e 9.6% do valor recomendado de proteínas por dia. Ele é rico em sódio e contam com 13.9% da quantidade orientada por dia.
Nutrientes presentes em 50 gramas de requeijão:
-Calorias: 128 calorias
-Gorduras totais: 4.8 g
-Gorduras saturadas: 4.2 g
-Proteína: 4.8 g
-Cálcio: 129.5 mg
-Sódio: 279 mg

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