10 CURIOSIDADES SOBRE A ITÁLIA

Itália é uma república parlamentar unitária localizada no centro-sul da Europa. Ao norte, faz fronteira com França, Suíça, Áustria e Eslovênia ao longo dos Alpes. Ao sul, que consiste na totalidade da península Itálica, Sicília, Sardenha, as duas maiores ilhas no Mar Mediterrâneo, e muitas outras ilhas menores ficam no entorno do território italiano. Os Estados independentes de San Marino e do Vaticano são enclaves no interior de Itália, enquanto Campione d’Italia é um exclave italiano na Suíça. O território do país abrange cerca de 301 338 km² e é influenciado por um clima temperado sazonal. Com 60,6 milhões de habitantes, é a quinta nação mais populosa da Europa e a 23ª do mundo. O termo Mezzogiorno indica, para fins sociais, econômicos e políticos, o sul da Itália. Historicamente, o Mezzogiorno compreende o território do antigo Reino das Duas Sicílias, mais uma parte do Lácio.

1 – Sul da Itália: onde o mundo se encontra:

Se o Norte italiano costuma ficar registrado na memória dos viajantes pela opulência, luxo e formalidade, o Sul deste belo país é todo rusticidade, no melhor dos sentidos. A porção meridional da península exala o autêntico espírito da Itália. Tanto Nápoles , no continente, como as grandes ilhas adiante, Sicília e Sardenha , fazem a viagem valer a pena – e muito.


Isola Rossa, belo cenário a noroeste da Sardenha

2 – Os italianos sempre comem macarrão:

Bem, muita gente acha que os italianos comem macarrão em cada refeição e todos os dias só porque o macarrão é italiano e a Itália é o seu maior exportador, mas não é inteiramente verdade… Na Itália existe muita variedade de alimentos e também há muitos restaurantes diferentes por todo o países. O fato é que a Pasta é o carro chefe de uma gastronomia muito rica e diversificada.

3 – Por que eles falam gesticulando muito?

Os italianos têm o hábito de falar gesticulando muito. Eles fazem isso para atrair a atenção do ouvinte, se expressarem melhor e para dar um tom mais “emocional”. No entanto, é sobretudo uma tradição. Lembre-se: a melhor maneira de fazer uma pessoa italiana prestar atenção é vincular suas mãos.

4 – Os italianos são muito religiosos:

Os italianos levam muito a sério a religião, ou pelo menos aqueles que acreditam.
Pode soar estranho, mas alguns deles dependem de um exorcista. Há cerca de 500.000 visitas por ano de exorcistas! No entanto, o número de pessoas religiosas está indo para baixo ao longo dos anos e há mais e mais ateus.

5 – Os italianos falam sobre o “mal” da Itália, mas não quer que os outros façam:

Geralmente, os italianos não têm nenhum problema em falar sobre as falhas de seu país e seu povo, mas quando os outros estão criticando Itália eles não gostam. Esta atitude pode ser vista especialmente em redes sociais ou na Internet em geral. Especialmente pela tão amada Azzurra, a seleção de futebol italiana, grande paixão nacional.

6 – Os garfos chegam primeiro na Itália e depois em outras cidades europeias por causa da pasta:

O garfo provavelmente foi inventado pelo Império Romano na época do Império Bizantino e começou a ser usado pelos romanos e gregos como um item de luxo, mas com a queda do Império Romano do Ocidente desapareceu quase totalmente. Graças aos italianos, que retomaram os garfos para comerem melhor as massas e se espalharam para outros países europeus.

7 – A tradição do aperitivo:

Os italianos são muito tradicionais quando se trata das refeições. Um dos hábitos clássicos é tomar uma bebida antes do jantar. Basicamente, é uma oportunidade de conhecer e conversar enquanto você come e bebe alguma coisa. Normalmente, esta bebida é tomada em bares e restaurantes e começa em cerca de seis horas e pode durar até dez horas da noite ou até mais. Às vezes, é tão satisfatório que pode substituir o jantar!

8 – O romance de Pinocchio é italiano:

Sim, “Pinocchio”, um dos personagens mais populares da literatura infantil, foi escrito por um italiano, Carlo Collodi em 1883.

9 – Os italianos não utilizam o telefone durante as refeições:

Outra tradição italiana durante as refeições é geralmente não usar o celular durante o almoço ou jantar, especialmente quando estão com amigos e familiares. Na verdade mais do que uma tradição, é um gesto de cortesia. Na verdade, pode parecer rude estar no telefone, em vez de falar com outras pessoas à mesa.

10 – Os dialetos Italianos:

Há então a lingual territorial, em que os vários dialetos são descendentes. Segundo o site Ethnologue, é o Napolitano o dialeto mais generalizado com 5,7 milhões de falantes. Seguido pelo Siciliano (4,7 milhões de falantes), o Veneto (3,8 milhões), o Lombardo (3,6 milhões) e o Piemontese (1,6 milhões). Esses são alguns principais falados no Sul da Itália.

Os Benefícios do Presunto Cru

Feito com a carne suína, especificamente a perna traseira do suíno, geralmente do meio da canela até a articulação entre o fêmur e o ílio. A extensão do corte varia de produtor pra produtor e os únicos ingredientes encontrados em sua composição são a carne, sal e tempo. O processo de cura que dura até doze meses. As peças não recebem conservantes nem aditivos químicos, por isso, é praticamente livre de colesterol. No processo de cura, o presunto fica em ambientes ventilados, é quando o aroma dos bosques da região dá um sabor especial à carne.

O pigmento natural presente nos presuntos cru é denominado zinco-porfirina. Uma substância importante, fonte de zinco e associado à vitamina C. O zinco favorece o aumento de resistência por parte do sistema imunológico. Possui um total de lípidos elevado, graças ao seu elevado teor de ácidos gordos insaturados (64,9%), essas boas gorduras que são boas para a saúde, tais como o ácido oleico (45,8%), uma gordura monoinsaturada que ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim no sangue (LDL-Colesterol), sem reduzir os de HDL-Colesterol, o que protege contra doenças cardiovasculares. Comer presunto cru significa ajudar a atender aos níveis diária recomendada de ingestão de vitaminas B, mas também proporcionar uma boa parte dos minerais preciosos com alta biodisponibilidade que são absorvidos facilmente pelo corpo, como o ferro.

Presunto de Parma também provou ser um excelente alimento que ajuda a combater e inibir a ação de radicais livres, a principal causa de doenças do envelhecimento e degenerativas, e restaurar o equilíbrio fisiológico do corpo, graças à presença de antioxidantes naturais tais como a vitamina E e selênio. O presunto cru está presente na dieta do Mediterrâneo.

A História de Nápoles

blog_historianapolesNápoles, em italiano Napoli, cujo centro histórico é Patrimônio Mundial da UNESCO, é conhecida mundialmente pela sua história, sua música, seus encantos naturais e por ser a terra natal da pizza. A cozinha napolitana tem antigas raízes históricas que remontam ao período greco-romano e foi enriquecida ao longo dos séculos com a influência das diferentes culturas que tiveram lugar durante várias dominações da cidade e do território circundante. Muito importante foi a contribuição da imaginação e da criatividade dos napolitanos na variedade de pratos e receitas agora presentes na cultura culinária napolitana.

Situada ao sul de Itália, na região da Campânia, com cerca de 1 000 000 habitantes e com cerca de 4 400 000 habitantes na região metropolitana (que compreende áreas na província de Caserta, Avellino e Salerno). É a terceira cidade mais populosa da Itália após Roma e Milão e tem a segunda ou terceira maior região metropolitana do país. Estende-se por uma área de 117 km², de densidade populacional 849 hab./km².

Como a capital do reino, a cozinha de Nápoles também absorveu uma grande parte das tradições culinárias de toda a Campânia para alcançar o equilíbrio certo entre pratos de terra (massas, vegetais, produtos lácteos) e frutos do mar (peixes, crustáceos, moluscos). Apesar dessa contaminação que ocorreu ao longo dos séculos, a cozinha napolitana ainda tem um repertório de pratos, ingredientes e preparações que caracterizam uma identidade cultural distinta, incluindo aqueles preparados com os ingredientes mais simples que são extremamente refinados.

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Essa diversidade se dá a sua história já que foi construída a poucos metros de uma outra cidade já existente, Partênope, que passou a ser chamada de Paleópolis. Foi conquistada pelos romanos em 327 a.C. durante a Segunda Guerra Samnita. No século VI d.C., passou para domínio bizantino e, no século VIII, constituiu-se em ducado independente. Em 1139, passou a pertencer ao Reino da Sicília. A universidade foi fundada em 5 de Junho de 1224. Passou a ser, no final do século XVIII, a capital do reino. Em 1282, passou para a coroa de Aragão, sendo denominado reino de Nápoles. No século XIX, passou a ser independente, sendo anexada ao Reino da Sardenha em 1860 e ao Reino de Itália em 1861.

Nápoles tem um clima tipicamente mediterrânico, com invernos moderados e chuvosos e verões quentes e secos, porém sempre refrescados pela brisa marítima que raramente falta no seu golfo. O sol esplende mediamente por 250 dias por ano. A classificação climática das comunas italianas insere a cidade na zona climática C. A particular conformação morfológica do território leva a que a cidade apresente diferentes microclimas, com a possibilidade de encontrar variações atmosféricas significativas movimentando-se apenas de poucos quilômetros.

athes-napoli-288Nápoles resume as principais características do sul da Itália. Resumida em uma cidade, a combinação de belezas naturais, calor humano, agitação e uma certa dose de perigos urbanos. De seu fervilhante centro repleto de deliciosos cafés e doceiras às colinas de Vomero, acessíveis via teleférico e das quais se contempla o azul do Mar Tirreno, sem contar a parte antiga e o vulcão Vesúvio são atrações que deixam seus visitantes apaixonados. Andar por suas vielinhas, embaixo das insubstituíveis roupas penduradas nos infinitos varais, é uma experiência única. Excursões ao Vesúvio e às cidades que o vulcão aniquilou, Pompeia e Herculano, é uma jornada intensa. Mas Nápoles vai além tendo o esplendor de suas várias igrejas, como o Duomo, sede maior da festa de San Gennaro, a Cappella di San Severo e o Monastero di Santa Chiara. Tem ainda a imponência de fortalezas como o Castel dell’Ovo, que parece flutuar sobre uma pequena ilha, e Maschio Angioino. Nápoles se completa com a fartura de oferta cultural, distribuída por lugares como o majestoso Teatro di San Carlo, que já foi o maior e ainda é um dos mais belos do planeta, e museus do porte do Archeologico Nazionale e do Capodimonte , no qual estão guardadas obras de El Greco, Botticelli e outros mestres. Pode-se também se deliciar na Antica Pizzeria Port’Alba, a mais antiga do mundo datada de 1738 nas ruas de Nápoles, sendo transformada em loja em 1830.

Os Benefícios da Cebola

1As cebolas pertencem à família allium e são amplamente cultivadas e consumidas em todo o mundo. Seu nome científico é Allium cepa, Lineu. Em sistemas taxonômicos mais antigos, pertencia à família das Liliáceas e subfamília das alioídeas – taxonomistas mais recentes incluem-na na família das Alliaceae. O termo refere-se, também ao seu bulbo constituído por folhas escamiformes, em camadas. As suas flores estão dispostas em umbela. As plantas jovens, com o bulbo pouco desenvolvido e sem flor, são chamadas também de cebolo.

A cebola fornece cerca de 45 calorias por 100 gramas do seu consumo. Ela contêm uma elevada porcentagem de água e é rica em hidratos de carbono e fibra dietética. Além disso, o cebola é rico antioxidantes como fenóis e flavonóides. e as vitaminas e minerais como a vitamina C, as vitaminas do complexo B, ferro, o cálcio, zinco, manganês e magnésio. Confira abaixo os 10 benefícios da cebola para saúde.

No Brasil, a cultura foi introduzida pelos portugueses no litoral do Rio Grande do Sul, que até hoje é uma tradicional área de produção.

Você sabia que Alexandre o Grande fortalecia suas tropas para as batalhas servindo-lhes grandes quantidades de cebola? E que nas tumbas egípcias também há muitas pinturas de cebolas? Saiba que os registros históricos das cebolas são maiores que de qualquer outra planta.

De acordo com os antigos escritos hebraicos, depois da saída do Egito, a cebola era um dos alimentos mais desejados pelos judeus. E foi através da história que a cebola teve poderes quase que mágicos atribuídos pelos curandeiros, servindo para tudo, desde a calvície até infecções.

Cada 100 gramas de cebola (Allium cepa) contém:

calorias – 33 kcal
proteínas – 1,5 g
gorduras – 0,3g
vitamina A – 125 U.l.
vitamina B1 (Tiamina) – 60 mcg
vitamina B2 (Riboflavina) – 45 mcg
vitamina B3 (Niacina) – 0,15 mg
vitamina C (Ácido ascórbico) – 10 mg
potássio – 180 mg
fósforo – 45 mg
cálcio – 35 mg
sódio – 16 mg
silício – 8 mg
magnésio – 4 mg
ferro – 0,5 mg

Segundo a ANVISA, a cebola é considerada uma especiaria. Por definição, especiarias são os produtos constituídos de partes como raízes, rizoma, bulbos, cascas, folhas, flores, frutos, sementes e talos de uma ou mais espécies vegetais, tradicionalmente utilizadas para agregar sabor ou aroma aos alimentos e bebidas.

Dentre as inúmeras variedades, elas são divididas em duas categorias:

– cebola da primavera ou cebolinha, de sabor suave, com folhas verdes e bulbos comestíveis.

– cebolas redondas – apresentam sabor mais forte e pele externa seca que se desprende. cebola

A melhor forma de aproveitar os benefícios é consumindo a cebola crua. A cebola roxa cortada em fatias pode deixar sua salada mais colorida e saudável. Você também pode incrementar o sanduíche natural com um pouco de cebola cortada em cubinhos. A dica é comer pelo menos 1 unidade do vegetal cru por semana. Se for refogar, não deixe fritando por mais de 5 minutos.

De acordo com a equipe da pesquisadora italiana Carlotta Galeone foi concluído: “Entre quem come o equivalente a uma cebola durante a semana, a probabilidade de desenvolver um câncer qualquer chega a ser 14% menor”.

Não foi por acaso que fizeram a comparação. Eles queriam avaliar os benefícios da hortaliça para a saúde, uma vez que a cozinha de seu país usa e abusa do ingrediente. Já existiam, é bem verdade, estudos ligando seu consumo à diminuição do risco de tumores de estômago, intestino e próstata. Os cientistas de Milão, porém, expandiram essa visão. Na sua amostragem, não só esses, mas todo tipo de tumor era mais comum no primeiro grupo – o dos sem-cebola.
Outra descoberta dos italianos: a proteção parece ser proporcional às porções ingeridas. Assim, duas cebolas semanais são suficientes para derrubar em 56% o perigo do câncer de laringe, em 43% o de ovários e em 25% o de rins. E aqueles que comem com gosto muitos anéis distribuídos pela salada do almoço e do jantar, em quantidade correspondente a uma cebola inteirinha por dia, estão ainda mais resguardados. “Aí, as chances de câncer colorretal são 56% menores e o de boca, 88%”, assegura Carlotta. E não foi só isso o que a ciência confirmou nos últimos tempos. Confira outros benefícios que a cebola traz para o organismo:

1 – Melhora a circulação;
2 – Previne a anemia;
3 – Ajuda a aliviar o resfriado;
4 – Propriedades depurativas e diuréticas;
5 – Previne doenças do sistema nervoso;
6 – Ajuda a controlar a hipertensão;
7 – Emagrecer e controlar o peso;
8 – É antioxidante;
9 – Melhora a asma e inflamações;
10 – Antisséptica.

A História da Lasanha

blog_histlasanhaLasanha (lasagna em italiano) é um prato feito com camadas alternadas de massa, queijo e molho de carne ou outros. O nome lasagna vem do latim làganum e do grego λάσανα (làganon) que significa flácido, macio. Os romanos teriam assimilado a palavra como “lasanum”, que significa “panela” em latim. Os italianos usaram a palavra para se referir ao prato em que a lasanha é feita. Mais tarde, o nome do alimento assumiu o nome do prato e é utilizada ainda hoje em certas regiões da Itália para denominar as placas produzidas com farinha de trigo e água, vinho ou ovos. No início, a massa era aberta com um rolo de madeira chamado laganaturum, ou “lasanhador”. A massa era cortada em formas de quadrados ou losangos e cozidas em caldos de carne ou de vegetais.

Apesar de tradicionalmente se acreditar que a lasanha é um prato tipicamente originado na Itália, tem-se evidências de que há um prato muito similar conhecido como “loseyns” (lê-se lasan), comido na corte de Rei Ricardo II no século XIV. Esta receita também figurou no primeiro livro de receitas da Inglaterra.

Dois livros de receitas diferentes, ambos provenientes do Tribunal de Nápoles (Corte Angioina di Napoli), oferecendo as receitas mais antigas para a preparação de uma lasanha que temos notícia. Este é o Anonimo Meridionale datado entre 1238-1239, em que aparecem várias receitas para lasanha e o Liber de Coquina (1304-1314), que apresenta de uma receita lasanis.libcoq

A lasanha foi primeiro documentada no século XIII, quando foi usado num prato às camadas, esta versão mais antiga não incluia tomate, pois este ainda não tinha sido descoberto pelos Europeus. Muitas receitas usam diferentes queijos, mas os preferidos são o ricota e o parmesão. A clássica Lasanha à Bolonhesa usa apenas Parmigiano Reggiano. Muitas receitas também juntam molho bechamel.

Francesco Zambrini, um conhecedor do século XIX, descobriu receitas de lasanhas antigas nas quais a lasanha vinha sendo postas em tiras ou poderia ser permanecida intacta, tendo várias camadas recheadas de queijo.

Após esta invenção, Zambrini publicou a receita em um livro de pratos de comidas e, graças a ele, desde então a lasanha foi realizada sempre conforme a conhecemos hoje em dia, em camadas. Com o passar dos dias, a lasanha tranformou-se em um prato bastante famoso e amado no mundo todo, graças a diversos bares de Bolonha, os quais produziram a popular lasanha à bolonhesa e passaram a servir aos clientes no começo do século XX. Entretanto a glorificação veio em 1935, assim que o jornalista Paolo Monelli cita a comida no seu livro nomeado “Il ghiottone errante” (O glutão errante). Atualmente a lasanha pode possuir os mais infinitos tipos de recheios, desde os clássicos, até invenções caseiras.

Mas sem a prova concreta da origem do prato, cozinheiros constituem sua invenção à Itália do século 16. Na cidade de Bologna, cozinheiros construíram um prato em que as lasagna eram colocadas em camadas levando recheio entre uma e outra. Esse recheio, chamado balsamella, era composto de manteiga, farinha, leite e especiarias, como a noz-moscada. Por volta de 1720, na região da Sicília, as mulheres de pescadores e carreteiros realizam uma nova combinação: o ammogghiu trapanisi.download-1

Elas untavam uma vasilha com azeite e intercalavam uma camada da massa com uma mistura de tomates, sal, manjericão e anchovas ou atum. No fim do século 18, em Bologna, chefs criaram um tipo de massa esverdeada que continha espinafre e eram combinadas com um molho de carne moída, balsamella, e fatias de mozzarela entre cada lâmina da massa. Atualmente, são inúmeras as possibilidades de recheio para este prato tão apreciado da culinária italiana.

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